O cofre é uma reserva separada do armazém: sua indústria não produz a partir dele e o comércio não o exporta. Você guarda ali coisas como ouro, e o valor total conta como lastro para a sua dívida.
Ligue o acúmulo automático e defina uma meta por item; tudo o que passar da meta do armazém é puxado para o cofre antes de ser exportado. A capacidade acompanha sua produção diária, não o tesouro.
No cofre só se compram ativos de reserva: ouro, prata, pedras preciosas e Bitcoin. Você compra do mercado para o cofre ou vende do cofre para o mercado; o efeito nunca chega no mesmo dia, ele entra no preço ao longo de uma ou duas semanas. Compra um pouco acima e vende um pouco abaixo do mercado, então ficar girando negócios não rende lucro.
Não. Um credor que você deixa de pagar também pode confiscar do cofre, os atrasos o congelam e a falência o liquida. E um bloco do qual você faz parte pode exigir que você guarde a cota dele ali.
Cada país faz as contas na própria moeda; os valores na tela estão na sua (dá para mudar para $ nas Configurações). Os juros freiam a inflação e fortalecem a moeda, mas atrasam obras e encarecem a dívida. Se sua moeda perde valor real, exportações e turismo ganham competitividade, enquanto importações e dívida externa encarecem. Se o juro real fica negativo, o caixa do tesouro derrete. Numa união como o euro, ou usando moeda de outro país, você não define os juros; com câmbio atrelado, eles seguem os da âncora.
No curto prazo, sim: entra dinheiro no tesouro todo dia. A conta vem depois: a inflação sobe, sua moeda perde valor real e a aprovação cai junto com o poder de compra; se o juro real fica negativo, o caixa e a dívida interna também derretem. Subindo os juros você freia a inflação, mas as obras desaceleram. Numa união monetária ou usando moeda de outro país você não pode imprimir.